setembro 05, 2008

Universidade Sénior Virtual em Lisboa


Promover o uso das novas tecnologias e ajudar a despertar o interesse pela aprendizagem ao longo da vida são os objectivos centrais da nova Universidade Sénior Virtual, apresentada em Lisboa.

A Universidade Sénior Virtual, que surge no âmbito da Rede de Universidades da Terceira Idade (RUTIS), é um projecto apoiado pelo POSC (Programa Operacional da Sociedade do Conhecimento).


Segundo Luís Jacob, responsável pela RUTIS - actualmente com 85 Universidades Seniores em Portugal -, este novo projecto vai ter aulas online, sugestões, informações úteis, fóruns, auditório com aulas em directo, uma mediateca e um ponto de encontro. "Pensamos que a adesão vai ser grande", disse.

Este projecto surge também das indicações da III Assembleia da ONU sobre o Envelhecimento, que se realizou em León (Espanha), e que vão no sentido de promover a autonomia dos mais velhos, aumentar a inclusão social e combater o isolamento e a discriminação por idade.

Luís Jacob explicou que a RUTIS constatou que desde há cinco anos as novas tecnologias têm sido a disciplina favorita dos alunos das universidades seniores espalhadas pelo país, o que revela que havia espaço para esta nova modalidade.

"História e Saúde deixaram de ser as disciplinas favoritas, sendo substituídas pelo inglês e as novas tecnologias", referiu.


Tal como nas restantes universidades seniores da rede, os 40 professores que já manifestaram interesse em dar aulas nesta escola virtual estarão em regime de voluntariado.

A RUTIS é uma Associação sem fins lucrativos, de âmbito nacional, de apoio aos seniores e às universidades e academias da terceira idade portuguesas.

fonte: jornal Público

Stresse e depressões afectam a memória



As pessoas que sofrem frequentemente de stresse ou depressões desenvolvem mais facilmente problemas de memória do que aquelas que são mais despreocupadas, revela um estudo da Universidade Rush de Chicago, publicado na revista Neurologia. A investigação explica que as pessoas com tendência para experimentarem emoções negativas têm mais 40% de probabilidades de desenvolver uma "deterioriação cognitiva leve" que ocasionalmente se associa à doença de Alzheimer.

Fonte: JN através do Correio da Educação

agosto 03, 2008

Viver sózinho...



... aumenta o risco de demência

Quem enviúva nates da meia idade, os solteiros a rondar os 40 anos e os divorciados mais velhos, correm maior risco de sofrer de Alzheimer, segundo uma investigação sueca.
O estudo refere que manter uma interacção social regular pode contribuir para que o cérebro continue saudável ao longo do processo de envelhecimento.
Quando as pessoas estão casadas, ou vivem com alguém,,mantêm uma interacção próxima regularmente, o que pode reduzir o aparecimento de demência.
O estudo observou 1,449 indivíduos na meia idade e novamente 21 anos depois.
Na reapreciação, 139 pessoas foram diagnosticadas com uma forma de deficiência cognitiva, dos quais 48 com Alzheimer.
Os solteiros, separados ou viúvos tinham registos significativamente superiores aos que viviam com outra pessoa.
Mesmo depois de avaliados outros factores de risco, o estudo indica que quem vive acompanhado tem 50 por cento menos hipóteses de sofrer de demência quando idoso.
Quem enviúva antes da meia idade e não volta a ter um companheiro, corre um risco seis vezes maior de sofrer da doença em relação aos casados.
Os solteiros têm o dobro do risco, enquanto os divorciados a partir da meia idade chegam a triplicar as hipóteses.


fonte: DN-Madeira, edição de 3 de agosto de 2008

julho 26, 2008

Jantar de Convívio - Alzheimer - Madeira

A Delegação na Região Autónoma da Madeira da Associação Alzheimer Portugal, realiza regularmente jantares de angariação de fundos, em Março e Setembro. Uma oportunidade para alívio do cansaço dos cuidadores, um momento de convívio entre amigos, unidos por uma causa comum.

a colaboradora principal da Delegação, Amarina, com seu filho

a Presidente da Delegação, Dra Cristina Gouveia

boa disposição

pé-de-dança...


excelente buffet, servido pela Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira


a amiga Susana Barbosa lê alguns poemas de sua autoria

leilão de um quadro oferecido à Delegação




convívio de amigos e colaboradores

Neuróbica - Ginástica para o cérebro

NEUROGINÁSTICA - AFASTE O ALZHEIMER

Trocar de mão para escovar os dentes é bom para o cérebro.

O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando
a rotina e obrigando à estimulação do cérebro, é uma nova técnica para
melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência e,
assim, realizando um exercício de NEURÓBICA.

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém
a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas
conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de actividades dos neurônios no seu cérebro.

Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa.

O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional...

Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;

- escove os dentes com a mão contrária da de costume;

- ande pela casa de trás para frente; (na China o pessoal treina isso
num parque);

- vista-se de olhos fechados;

- estimule o paladar, coma coisas diferentes;

- veja fotos de cabeça para baixo;

- veja as horas num espelho;

- faça um novo caminho para ir para o trabalho;

A proposta é mudar o comportamento rotineiro.
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro.
Vale a pena tentar!

julho 03, 2008

Nada é impossível


Nesta área do mal de Alzheimer, que degrada quem sofre e desgasta quem cuida , precisamos de acreditar que dias melhores virão.
Não virão melhoras, não, mas talvez a aceitação, a tranquilidade, as ajudas, a partilha - da família, dos amigos, do Estado...

Nada é impossível.