agosto 13, 2010

O tempo que nos resta



De súbito sabemos que é já tarde. Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa. De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito...


(Obrigada, Rita!)

1 comentário:

Pedrasnuas disse...

É UMA REALIDADE DURA...MAS SE PENSARMOS NA NOSSA VIDA TODA,SE OLHARMOS PARA TRÁS...E VIRMOS UMA LINDA PLANTAÇÃO ARBORIZADA...RICA EM FRUTOS,VIÇOSA...ESSE REGOZIJO DARÁ FORÇA PARA CONTINUARMOS O CAMINHO E NÃO CRUZARMOS OS BRAÇOS.O TEMPO QUE RESTA PODE SER MUITO...ENTÃO QUE SEJA PROFÍCUO E APRAZÍVEL ...

UM FORTE ABRAÇO NATALÍCIO